Resenha: Vasto mar de sargaços

Vasto mar de sargaços conta a história da 'louca do sótão', a infeliz primeira mulher do abusivo senhor Rochester. Os acontecimentos são anteriores aos narrados em Jane Eire e dão outra perspectiva para a história de Charlotte, uma inclusive que os leitores do século XXI entendem muito melhor do que aqueles dos tempos das irmãs … Continuar a ler Resenha: Vasto mar de sargaços

*(Im)paciente Crônica: “Ah, mas as mulheres também…”

“Ah, mas as mulheres também...” Leio essa frase com frequência na internet, em reportagens de sites diversos, em redes sociais ou toda vez que uma conhecida posta críticas ou cobranças direcionadas aos homens. Geralmente, é outro homem que vai lá na caixinha de comentários e começa com “Ah, mas as mulheres também (fazem isso ou … Continuar a ler *(Im)paciente Crônica: “Ah, mas as mulheres também…”

Análise: Eu não sou um homem fácil (ou de como um filme ajuda a reforçar preconceitos)

SPOILER ALERT: a análise do filme contém descrição de várias cenas. O filme francês Eu não sou um homem fácil, produção original da Netflix dirigida por Eleonore Pourriat, é daqueles que promete revolução, mas descamba para a mais pura decepção. A ideia é interessante, mas a execução ficou aquém das expectativas. O filme promete mostrar … Continuar a ler Análise: Eu não sou um homem fácil (ou de como um filme ajuda a reforçar preconceitos)

O machismo subliminar de cada dia

Folheando a edição mais recente da revista Cláudia (novembro de 2016), vi uma publicidade do Grupo O Boticário anunciando o projeto Precisamos falar com os homens?, iniciativa da ONU Mulheres e do site Papo de Homem, com patrocínio do grupo de cosméticos. O projeto consiste em uma ampla pesquisa sobre gênero, tendo como foco principal a … Continuar a ler O machismo subliminar de cada dia

Livro investiga machismo do brasileiro

As historiadoras Mary Del Priori e Márcia Amantino reuniram artigos de 13 autores que refletem sobre a identidade masculina e o machismo do brasileiro, no livro História dos Homens no Brasil, publicado este ano pela editora da Unesp. A obra integra uma coleção que inclui ainda títulos como História das Mulheres no Brasil, História das … Continuar a ler Livro investiga machismo do brasileiro

Sentir na própria carne é um exercício necessário

Um grupo de estudantes do curso de estudos de gênero de uma universidade do Canadá criou um vídeo sobre os efeitos negativos da publicidade sexista para mulheres e homens. Campanhas publicitárias que enfatizam estereótipos e ajudam tanto a "naturalizar" a violência contra a mulher, quanto a aumentar os índices de depressão entre os homens, visto … Continuar a ler Sentir na própria carne é um exercício necessário

“Não há vagas para moças”

Os estúdios Disney não contratavam mulheres para fazer suas animações lá pelos idos das décadas de 30 e 40. Aliás, em 1942, uma mulher, Retta Scott, que trabalhava como arte-finalista, conseguiu animar uma das cenas de Bambi, mas isso depois que outros artistas do estúdio viram alguns desenhos da talentosa Retta e deram a ela … Continuar a ler “Não há vagas para moças”

A responsabilidade das mulheres e a omissão dos homens

A reportagem de capa da revista Época desta semana, a de nº 774, é sobre relações de gênero, mais especificamente a relação entre homens e mulheres heterossexuais. Com o sugestivo título "O que as mulheres querem dos homens", a série de matérias que compõem o especial trata do quanto as mulheres têm expectativas demais e … Continuar a ler A responsabilidade das mulheres e a omissão dos homens

E mais essa agora, um ranking para medir a autoestima feminina!

Uma mulher que sabe se arrumar, tem decisões firmes na vida ou no ambiente corporativo, sabe correr atrás para realizar seus desejos, é ativa no jogo da conquista, é ou busca tornar-se independente financeiramente e assume as rédeas da própria vida, muito provavelmente vai ser julgada com "excesso de autoestima" por parte da nossa ainda … Continuar a ler E mais essa agora, um ranking para medir a autoestima feminina!

Pagode da rebeldia? Não, é mera resignação…

Os pagodeiros baianos se conformaram com o lugar legado ao negro pela colonização de ideologia branca, machista, racista e dominante: o corpo. Embora, para defender sua arte, apregoem que as letras pejorativas e depreciativas, sobretudo da figura feminina, servem como protesto da periferia, como uma ação libertária dos expatriados, uma ode à putaria no reino … Continuar a ler Pagode da rebeldia? Não, é mera resignação…