No retorno, um poema…

Alguns dias de nau à deriva, ocupada com os perrengues da vida real, com as multi-tarefas da rotina em uma redação, com as insensatas demarcações de território nos bastidores da notícia. Reflito sobre o jornalismo, a vida, crises de egocentria (as minhas e dos outros) e recordo um poema de António Nobre e também lembro … Continuar a ler No retorno, um poema…

Au revoir beauté!

Uma amiga me perguntou porque parei de escrever blog de moda e beleza. Me faço esse mesmo questionamento desde que resolvi sair de um projeto que ajudei a criar e tirei do ar - no finalzinho do ano passado - um outro, solo, na mesma linha "vaidades e consumos de uma pós-balsaquiana". Tem muitos motivos, … Continuar a ler Au revoir beauté!

Olha o passarinho!

Uma amiga postou no Facebook, não resisti a trazer para cá e mostrar para vocês. Ignorem a propaganda da marca de câmeras fotográficas e deixem-se levar pela brincadeira com as fotos dos perfis de usuários de redes sociais. Engraçado é que eu troquei a minha foto de perfil ontem, então, como dizem as adolescentes amigas … Continuar a ler Olha o passarinho!

Vou de bobes

Ela entrou no ônibus e sentou ao meu lado, muito lindinha, com uma nuvem branca na cabeça. Devia ter uns 70 anos, mais ou menos. Não havia nenhum fiozinho preto, sequer cinza, eram todos imaculadamente alvos como os lençóis das propagandas de sabão em pó. Os bobes também eram brancos. Ela cheirava a patchouli e … Continuar a ler Vou de bobes

Chapinha, neurônio de pipoca e micos de salão

Fiquei esperando meus neurônios explodirem e se abrirem em grandes e brancas flores de pipoca. "Nalva, esse secador está fritando meu cérebro!!". A resposta, depois de um muxoxo: "Que nada, você não é 'macho' não?". Deu vontade de responder que não era, nem anatômicamente e muito menos psicologicamente. Mas, suspirei e tentei pensar em paisagens … Continuar a ler Chapinha, neurônio de pipoca e micos de salão

Como assim minha cor acabou?!

"Primeira coisa para lembrar antes de sair de casa: pegar meu alicate. Não confio naquelas estufas que mais parecem os forninhos onde a minha mãe torrava pão quando eu era pequena. Na dúvida, levo o meu de casa. Bactéria por bactéria, prefiro as minhas do que as dos outros. Cheguei ao salão, num sábado de … Continuar a ler Como assim minha cor acabou?!