A Morte tem 89 anos e faz testes de internet

Vez ou outra aparecem na internet, nas redes sociais de amigos ou em sites afins, aqueles testes psicológicos que na década de 90 eram bastante populares nas revistas femininas. Sempre adorei fazer esses testes e raras vezes o resultado não bate com a minha personalidade. Fiz dois essa semana que, à sua maneira, falam da … Continuar a ler A Morte tem 89 anos e faz testes de internet

Poema de aniversário

Ganhei de um amigo, via mensagem "inbox" no Facebook, para comemorar meus 39 outonos, esse poema da Viviane Mosé, com direito ao vídeo da autora recitando. Divido com outras pessoas apaziguadas, cientes e dispostas a celebrar, sem medo, sem trauma e sem neuras a passagem do tempo... Tempo... Quem tem olhos pra ver o tempo … Continuar a ler Poema de aniversário

Estranhamento

O espelho revela à Aparecida que ela é outra pessoa. Acordou e se deu conta de que uma outra habitava seu corpo. A pele, o cabelo meio grisalho, as bolsas inchadas embaixo dos olhos, uma papada sob o queixo, nada disso lembra a moça radiante de outrora. Aparecida não tem muita certeza de onde se … Continuar a ler Estranhamento

…porque é preciso falar do tempo que falta

E ninguém melhor que Mário Quintana, para falar do tempo, que ora sobra, ora escasseia... AH! OS RELÓGIOS Amigos, não consultem os relógios quando um dia eu me for de vossas vidas em seus fúteis problemas tão perdidas que até parecem mais uns necrológios... Porque o tempo é uma invenção da morte: não o conhece … Continuar a ler …porque é preciso falar do tempo que falta

Estranhamento

E ao sentir sua mão segurando a minha, percebo que já estamos em outro tempo. Não existe reação ao toque, apenas a indiferença e um resquício de memória, como um eco, ou pedra atirada no lago, que vai se abrindo em círculos concêntricos e a cada curva distancia-se do alvo, cada vez mais remoto, indistinto... … Continuar a ler Estranhamento

Caderno de notas

Um rascunho, esboço inacabado pensamento sem nexo, sinapse interrompida em meu caderno de notas: lembretes. Um fio de linha, barbante no dedo (re)memória de um tempo (in)finito. O lápis sem ponta, na tela escreve o presente aqui, agora e porvir. Que o futuro, bem diz o poeta, é um mero presente ainda por acontecer.

Síndrome de Felicidade Clandestina

Síndrome de Felicidade Clandestina. O título com cara de doença psicológica desse post é como defino a minha mania de adiar certas leituras, certos filmes, certas coisinhas por fazer. Todas ligadas à minha diversão pessoal. É bom deixar claro que em matéria de prazo para matérias, fechamentos e outras pressões inerentes ao exercício do jornalismo, … Continuar a ler Síndrome de Felicidade Clandestina