Literatura para enriquecer a alma

As edições de outubro das revistas Vida Simples e Bons Fluídos trazem reportagens sobre o efeito terapêutico da literatura para o espírito. E a ideia aqui não é falar, necessariamente, dos livros de autoajuda, mas da literatura de ficção, seja clássica ou contemporânea. Vida Simples traz uma lista com 15 sugestões dos chamados romances de formação … Continuar a ler Literatura para enriquecer a alma

Desafio: #1livroporfinaldesemana – Livro 1: A vida que ninguém vê (Eliane Brum)

"O mundo é salvo todos os dias por pequenos gestos. Diminutos, invisíveis. O mundo é salvo pelo avesso da importância. Pelo antônimo da evidência. O mundo é salvo por um olhar..." Apresentando uma tag para instagramer ver: Os índios antropófagos do Brasil colônia acreditavam que ao comer pedaços de grandes guerreiros, junto com a carne … Continuar a ler Desafio: #1livroporfinaldesemana – Livro 1: A vida que ninguém vê (Eliane Brum)

Olhos de ver

"Também penso que o medo de errar nos paralisa. E, ao perderem esse medo, as crianças escreveram o que só elas viam e o que mais descobriram a partir dos seus próprios reparos. Foi dessa forma que a menina Jéssica Cruz, moradora do Alemão, me ensinou: "Quando eu olho o Pão de Açúcar pelo meu … Continuar a ler Olhos de ver

O tropel desajeitado é uma metáfora para a própria vida

["O senhor Palomar não se cansa de observar a corrida das girafas, fascinado pela desarmonia dos movimentos", escreve Ítalo Calvino em um dos contos de seu livro Palomar. O tropel desajeitado é uma metáfora para a própria vida, caótica, cheia de percalços. Gostaríamos, muitas vezes, de ser como jaguares, rápidos e precisos, executando tarefas com … Continuar a ler O tropel desajeitado é uma metáfora para a própria vida

“É uma coisa magnífica descobrir a poesia na meia-idade”

"Afora a leitura dos meus autores modernos preferidos - Waugh, Greene, Powell, Huxley e Snow -, minha leitura de romances costuma se limitar a reler livros que li anos atrás. Mas agora de repente quero ler de novo certos livros que não me agradaram, mas que todos consideram obras-primas. Quero e vou ler Dostoiévski, Tolstói … Continuar a ler “É uma coisa magnífica descobrir a poesia na meia-idade”

A responsabilidade das mulheres e a omissão dos homens

A reportagem de capa da revista Época desta semana, a de nº 774, é sobre relações de gênero, mais especificamente a relação entre homens e mulheres heterossexuais. Com o sugestivo título "O que as mulheres querem dos homens", a série de matérias que compõem o especial trata do quanto as mulheres têm expectativas demais e … Continuar a ler A responsabilidade das mulheres e a omissão dos homens

A II Guerra pelos olhos da infância

*Inocência maculada Livros de ficção e de memórias revelam as marcas deixadas pela II Grande Guerra na infância de quem testemunhou o conflito Andreia Santana Sylvia fica em casa sozinha todos os dias enquanto a irmã mais velha, a mãe e o pai trabalham em uma fábrica. Ela tem cinco anos e sua única boneca … Continuar a ler A II Guerra pelos olhos da infância

Reportagem: Literatura que se alimenta do exílio

A reportagem abaixo foi publicada na contracapa da edição deste sábado, do Caderno 2+, do jornal A TARDE. Reproduzo aqui para os interessados. No post abaixo ou no link, tem a resenha de Pequena Abelha, Chris Cleave, livro que motivou essa tentativa de reflexão sobre "a moderna literatura do exílio". Espero que gostem! Romances e … Continuar a ler Reportagem: Literatura que se alimenta do exílio

Essas pequenas surpresas da vida…

Recebi da Sepromi (Secretaria da Promoção da Igualdade), o livro Carnaval no Feminino, com 38 perfis de mulheres que fizeram e fazem a história da folia baiana, seja como dirigentes de blocos, artistas ou mesmo nos bastidores da festa, segurando as cordas dos blocos. Neste sábado, sairá uma resenha/reportagem minha sobre o livro, no Caderno … Continuar a ler Essas pequenas surpresas da vida…

Os vinte anos de Sofia

Em janeiro de 1991, 198 mil fãs se espremiam no Maracanã, durante o Rock in Rio II, para ver um dos fenômenos da década, a banda A-ha, vinda de Oslo (Noruega). A façanha foi parar no Guiness Book. Naquele mesmo ano, das mesmas terras geladas na Escandinávia de onde ecoavam sucessos como Take On Me, … Continuar a ler Os vinte anos de Sofia