Cinema

Filmes: o que já vi este ano e indico

*Bem-vindo a Marly-Gomont (Julien Rambaldi, França, 2016) O filme é baseado em fatos reais e conta a história de um médico recém-formado, Seyolo Zamtoko (Marc Zinga), natural da República Democrática do Congo (África), que aceita trabalhar no vilarejo de Marly-Gomont, no interior da França, onde as pessoas nunca tinham visto negros antes. Zamtoko se muda… Continue reading Filmes: o que já vi este ano e indico

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séries

Dirk Gently e o humor nonsense iluminado de Douglas Adams

Douglas Adams, autor de O guia do mochileiro das galaxias (já resenhado aqui no blog, em 2009), também é o criador do detetive Dirk Gently, protagonista da série homônima da Netflix (essa Grande Irmã Orwelliana dos serviços de streaming da internet, que está bebendo nossos cérebros de canudinho. E a gente deixa. E gosta!). A série… Continue reading Dirk Gently e o humor nonsense iluminado de Douglas Adams

Adaptações, Infanto-Juvenil, Literatura, séries

Desventuras em Série tem adaptação que respeita os livros

Os três órfãos Baudelaire e seu arqui-inimigo, o conde Olaf, são velhos conhecidos dos leitores e fãs da coleção de livros Desventuras em Série, no qual sempre incluo os 13 volumes que narram os percalços na vida dos irmãos Violet, Klaus e Sunny, e um extra, a Autobiografia Não Autorizada de Lemony Snicket. A série que… Continue reading Desventuras em Série tem adaptação que respeita os livros

séries

A transcendência coreografada de The OA

Abrir o plexo solar, liberar o chakra que simboliza a entrada da luz dourada que alimenta, purifica e acalma o espírito. Para quem pratica meditação ou acredita e segue alguma das muitas terapias holísticas existentes, a 'coreografia dos anjos' de The OA, nova série que a Netflix lançou agora em dezembro, não parece tão estranha.… Continue reading A transcendência coreografada de The OA

séries

Séries: A derrapada de 3%

O piloto de 2011 de 3% tem uma ambientação sinistra, uma atmosfera opressiva e totalitária, que remete ao clássico 1984, filme dirigido pelo britânico Michael Radford e inspirado em uma das matrizes de boa parte das distopias modernas, o romance homônimo lançado em 1949, por George Orwell. Mas, a temporada de estreia da série 3%, primeira série produzida pela rede de streaming… Continue reading Séries: A derrapada de 3%

séries

Call the midwife e a teia invisível que entrelaça o destino das mulheres

A produção britânica, da BBC, Call the midwife não é novidade e já está na sexta temporada. Descobri o programa essa semana, na lista de sugestões da Netflix. Até então, nunca tinha ouvido falar, mas foi uma grata surpresa. Ambientada no final dos 1950, nos subúrbios de Londres, a série estreou em 2012 e é baseada… Continue reading Call the midwife e a teia invisível que entrelaça o destino das mulheres

Artigos, séries

O desconforto de Black Mirror nos persegue desde a antiguidade (sem spoilers)

Há quem diga que não tem mais volta e que o emaranhado das redes onde nos enredamos na vida virtual tende a embaraçar ainda mais. Tendo ou não volta - e para além dos usos necessários ou das inutilidades da internet -, refletir sobre a própria existência e seus rumos é da natureza humana. O segredo… Continue reading O desconforto de Black Mirror nos persegue desde a antiguidade (sem spoilers)

séries

Presos do outro lado do espelho negro

Descobri recentemente, graças à indicação de minha irmã, Black Mirror, série britânica de 2011 criada por Charlie Brooker. Após a maratona intensa para assistir aos sete únicos episódios existentes, já estou ansiando por mais. A série tem despertado interesse global graças à Netflix, que além de ter incorporado ao seu acervo as duas temporadas (com… Continue reading Presos do outro lado do espelho negro