Resenha: O príncipe da névoa (Carlos Ruiz Zafón)

A origem promissora de um autor O príncipe da névoa, romance de estreia do catalão Carlos Ruiz Zafón está aquém de A sombra do vento, livro que revelou o autor espanhol ao mundo, mas o intervalo de 15 anos que separa uma obra da outra (O príncipe da névoa é de 1993 e A sombra … Continuar a ler Resenha: O príncipe da névoa (Carlos Ruiz Zafón)

Resenha: O prisioneiro do céu (Carlos Ruiz Zafon)

Um livro para fazer justiça a don Fermín Carlos Ruiz Zafon devia aos fãs de sua saga do Cemitério dos Livros Esquecidos, iniciada com o belíssimo A sombra do vento, uma história que revelasse o misterioso passado de um dos coadjuvantes mais interessantes criados nos últimos tempos pela literatura. E ele preenche essa lacuna, revelando-nos … Continuar a ler Resenha: O prisioneiro do céu (Carlos Ruiz Zafon)

“para um bom amasso não ia achar nada mau…”

"- E qual é o seu tipo? O do Evaristo? - Nao, Deus me livre! De tanto se olhar no espelho, ele vai gastar. Homem que leva mais tempo do que eu se arrumando me dá aflição, sei lá. Gosto deles um pouco brutos, como é que vou dizer? E sei muito bem que Fermín … Continuar a ler “para um bom amasso não ia achar nada mau…”

Resenha: A sombra do vento e O Jogo do Anjo

Barcelona de romance, tragédia e fantasia A narrativa veloz, com cortes precisos, rica em imagens e econômica em palavras, derivada da experiência como roteirista, faz do catalão Carlos Ruiz Zafon uma febre mundial com milhares de exemplares vendidos. Mas, para além do delírio provocado pelo estado febril, as duas obras do autor já lançadas no … Continuar a ler Resenha: A sombra do vento e O Jogo do Anjo

“o negócio dos livros é miséria e companhia”

"Nem o Banco de Espanha - comentei, impressionado. - Parece algo saído de Júlio Verne. - Kafka - devolveu Isaac, recuperando o lampião e dirigindo-se para as profundezas do edifício. - No dia em que você entender que o negócio dos livros é miséria e companhia, e decidir aprender a roubar um banco, ou a … Continuar a ler “o negócio dos livros é miséria e companhia”