"Calor do cão"

Meire trabalha fazendo beiju. Oito horas por dia, de pé, diante de uma chapa incandescente. Pega a massa da tapioca, espalha sobre a chapa, vira para lá e para cá. Coloca queijo, deixa derreter, um pouco de coco ralado, um recheio especial pedido pelo freguês. "Tem frango, atum, peito de peru, pepperoni e calabresa". Dobra … Continuar a ler "Calor do cão"

“Há algo de podre” na atmosfera de Salvador

Hamlet entende disso melhor que eu, pois já farejava algo de pobre no reino da Dinamarca em tempos remotos. Mas a verdade é que o efeito estufa, o excesso de automóveis nas ruas, os esgotos a céu aberto e o lixo acumulado em cada esquina - a cidade está imunda, basta andar de ônibus para … Continuar a ler “Há algo de podre” na atmosfera de Salvador