Oficina de desenho e contação de histórias para os guris

Em 1819, o Vapor de Cachoeira, navio que ligava Salvador ao recôncavo baiano, iniciou suas viagens cruzando as águas da baía-de-Todos-os-Santos. Dois séculos depois, a embarcação, que já foi citada em letra de Caetano Veloso ("O vapor da cachoeira não navega mais no mar" - Triste Bahia), inspirou o designer Enéas Guerra a escrever Vaporzinho, … Continuar a ler Oficina de desenho e contação de histórias para os guris

In memoriam: Os 50 anos de Psicose IV

Eis o último trecho da análise sobre Psicose, retirado do meu trabalho de graduação, escrito 12 anos atrás. Por causa da homenagem a Saramago, não publiquei ontem, pulando um dia na série... =========================== Leia  os outros trechos da análise: >>In memoriam: Os 50 anos de Psicose I >>In memoriam: Os 50 anos de Psicose II >>In Memoriam: … Continuar a ler In memoriam: Os 50 anos de Psicose IV

In Memoriam: Os 50 anos de Psicose III

E o terceiro trecho da análise de Psicose entra no ar nesta quinta, com um certo atraso, mas por uma boa causa! =========================== Leia  os outros trechos da análise: >>In memoriam: Os 50 anos de Psicose I >>In memoriam: Os 50 anos de Psicose II =========================== Psicose: O assassinato como obra de arte (continuação) Hitchcock, analisando Psicose … Continuar a ler In Memoriam: Os 50 anos de Psicose III

In memoriam: Os 50 anos de Psicose II

Continuo a publicação da análise de Psicose. O filme de Alfred Hitchcock completa 50 anos de seu lançamento nesta quarta... ========================== Leia  o começo da análise: >>In memoriam: Os 50 anos de Psicose I ========================= Psicose: O assassinato como obra de arte (continuação) No motel Bates, Marion e Norman começam um pequeno jogo de sedução, onde … Continuar a ler In memoriam: Os 50 anos de Psicose II

In memoriam: Os 50 anos de Psicose I

Psicose, a obra-prima de Alfred Hitchcock, completa 50 anos nesta quarta-feira. Em homenagem a importante data do calendário dos cinéfilos, resgatei do fundo do baú o capítulo em que analiso o filme no meu Projeto Experimental de Graduação - na minha época ainda não se chamava TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) -, defendido em … Continuar a ler In memoriam: Os 50 anos de Psicose I

Ciência impura: A mulher no samba de Noel

Em março deste ano, já com prazo estourado, concluí um artigo acadêmico sobre a representação feminina no samba de Noel Rosa. Hoje, converti em arquivo PDF e postei  na internet. Vou "eternizá-lo" na página "Ciência Impura", logo acima, ou ao lado, no menu do blog. Não que tenha  a pretensão de que um escrito meu … Continuar a ler Ciência impura: A mulher no samba de Noel

Por uma Salvador para além de “Ó Paí Ó”

Tenho uma pequena obssessão pelos relatos sobre Salvador deixados pelos cronistas que por aqui desembarcaram entre os século XVI (após o "achamento" do Brasil) e o século XIX (pouco depois da abolição). Esses viajantes europeus, boa parte deles bem nascidos, brancos, alguns até de famílias reais ilustres, alguns aventureiros sem eira nem beira mas que … Continuar a ler Por uma Salvador para além de “Ó Paí Ó”

A violência “gratuita” do bastardo Tarantino

Muito já foi escrito sobre Bastardos Inglórios, desde análises detalhadas do filme até opiniões e críticas especializadas. No entanto, como ainda não meti minha colherzinha, vou aproveitar uma frase ouvida na saída do cinema, esta semana, para também dar meus pitacos. "Esse cara deve ser maluco, que violência gratuita e desnecessária!", foi o que escutei … Continuar a ler A violência “gratuita” do bastardo Tarantino

Refletindo sobre a solidão tecnológica

Li uma reportagem bem bacana na Super Interessante de maio chamada Solidão Impossível. O texto é do repórter Emiliano Urbim e trata sobre o advento das novas tecnologias e do quanto estamos nos tornando dependentes da conexão 24×7 (24 horas, 7 dias na semana), ininterruptamente plugados em tudo, em qualquer lugar. A matéria aborda desde … Continuar a ler Refletindo sobre a solidão tecnológica

Frantz Fanon e as verdades que precisam ser ditas

"O racismo e o colonialismo deveriam ser entendidos como modos socialmente gerados de ver o mundo e viver nele". (Frantz Fanon) A citação acima é da obra Pele Negra, Máscaras Brancas, escrita pelo intelectual antilhano Frantz Fanon nos anos 40 e publicada em 1952. Conforme prometi alguns posts abaixo, tentarei dividir o impacto que a … Continuar a ler Frantz Fanon e as verdades que precisam ser ditas