Leituras de guri

Durante as férias deste ano, em janeiro, embarquei numa espécie de semana do desafio do livro infantil, e escolhi alguns títulos da prateleira do meu filho, que ainda não tinha lido, todos da editora Fundamento. Tem outros por lá, na fila até o final de 2013, mas por enquanto, comento brevemente os seis primeiros que … Continuar a ler Leituras de guri

Pingos nos is: resenha não é sinopse e vice-versa

De vez em quando me deparo com leitores malcriados e incapazes de entender, ou sem a devida sensibilidade para perceber, que o Mar de Histórias é um blog pessoal e não se pretende um site de referência em pesquisa literária, escolar ou acadêmica. Por aqui, compartilho aquilo que me dá vontade, de acordo com o … Continuar a ler Pingos nos is: resenha não é sinopse e vice-versa

De-me uma pauta que te devolvo uma história

Meus ex-chefes de reportagem cantilenavam nos meus ouvidos e nos dos outros focas: "repórter bom é aquele que sabe se pautar, ou  então que sempre consegue ir além da pauta que recebe, enxergando muito para lá da superfície das coisas." Também catequizavam: "pauta é um direcionamento, um norte, precisa ter angulação, gancho, um pretexto para … Continuar a ler De-me uma pauta que te devolvo uma história

Nem todo baiano estreia

Que me perdoem Dorival Caymmi e Nizan Guanaes, mas nem todo baiano estreia, a maioria só nasce de forma genérica e desglamourizada. Além disso, é bom avisar que nem todo baiano (leia-se soteropolitano) gosta de Carnaval. Ultimamente, cada vez menos gente aprecia a festa, nem tanto pela possibilidade de ficar sete dias entregue à celebração … Continuar a ler Nem todo baiano estreia

Mestre Charlie Brown

MC - As histórias nos ensinam a lidar com coisas difíceis como o medo de crescer, o abandono, a morte? Mário Corso - Sem dúvida. Elas nos ajudam a viver com o nosso tamanico de nada... A pessoa se sente menos só, descobre que não é a única que tropeça. Todos conhecem o Charlie Brown, … Continuar a ler Mestre Charlie Brown

“Não force a barra”, entre nessa campanha

Vale ressaltar que respeito é inerente à condição humana, seja para mulheres ou homens, independente da identidade e orientação sexual. Mas a campanha é super válida, porque na minha vida de repórter, já vi cenas assustadoras no Carnaval de Salvador...