Filme do fim de semana: Scott Pilgrim contra o mundo

Scott Pilgrim contra o mundo cumpriu uma curtíssima (diria relâmpago) carreira nas salas de cinema de Salvador. Vi neste domingo, no Telecine, na sessão sofá, e seguindo o padrão Filmow de avaliação, dei 4 estrelinhas e meia, quase a nota máxima (cinco). Dentro da sua proposta, de unir o mundinho das bandas de rock de garagem com os universos HQ e dos games, o filme – que aliás é inspirado em um HQ – é muito bem construído. Para rechear a torta, uma historinha de amor no melhor estilo “comédia romântica de erros”, só que com tempero geek. Nada mais fofo! A narrativa rápida, as sequências de luta coreografada, com direito a balõezinhos onomatopaicos (clash! pow! bomb!) como nos quadrinhos, os diálogos com um quê de nonsense e acidez e uma pegada totalmente pop me cativaram. Sem falar no elenco, entregue e inspirado nos seus papeis. Simpatizei muito. Para quem gosta dessas referências e não viu ainda, vale a pena!

Ficha do filme:

Scott Pilgrim contra o mundo, EUA, 2010, aventura

Direção: Edgar Wright

Elenco: Michael Cera, Mary Elizabeth Winstead, Kieran Culkin, Chris Evans, Jason Schwartzman…

Sinopse: Scott Pilgrim (Michael Cera) tem 23 anos, está desempregado e junto com alguns amigos tem uma banda de rock que não consegue emplacar. Namora uma adolescente da high school, com quem não faz nada além de jogar videogame, até conhecer Ramona Flowers (Mary Elizabeth Winestead) e se apaixonar perdidamente por ela. A partir daí, sua vida, que era relativamente tranquila, dá uma reviravolta. Enquanto tenta emplacar o romance com Ramona, Scott precisa terminar com a namoradinha adolescente, vencer uma competição de bandas e derrotar os sete ex-namorados do mal da garota, que liderados pelo geek Gideon (Jason Schwartzman) estão armados, perigosos e dispostos a atrapalhar a vida afetiva da moça.

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2 pensamentos sobre “Filme do fim de semana: Scott Pilgrim contra o mundo

  1. Gostei bastante do filme. Na verdade, ao assistir ao trailer, pensei logo; “Esse daí não me pega”. Mas, por razões da vida, assisti. E foi uma agradabilíssima surpresa. A edição é bem bacana, assim como as atuações.

    • É isso, Bruno, o filme conquista de uma forma despretenciosa. Eu gosto de filmes em que o elenco parece estar se divertindo e em que a história não se leva mais a sério do que deveria. Bjos

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