“Ela era uma estranha”

“Ela era uma estranha. Saíra de um conto de fadas ainda mais lindo do que o nosso. Mas havia chegado à nossa realidade porque tinha algo importante a fazer aqui, talvez para nos salvar de uma coisa que alguns denominam “o cinzento cotidiano”. Até então, eu não tinha a menor ideia dessa atividade missionária. Acreditava que havia apenas uma existência e apenas uma realidade. Mas havia dois tipos de pessoas. A um deles pertencia a garota das laranjas; ao outro, nós.”

(Joistein Gaarder; A garota das laranjas, pp. 33 e 34. Companhiaa das Letras, 2009, SP)

Um pensamento sobre ““Ela era uma estranha”

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