Cinema

Os filmes da semana 3

Coraline e o mundo secreto – revisto. Já havia comentado em ocasião anterior o meu encantamento tanto com o livro de Neil Gaiman quanto com a adaptação cinematográfica. Relembrem aqui.

Razão e Sensibilidade – Resenhei o livro um dia desses, aqui no blog, eis o link. Revi o filme numa confortável sessão sofá. Direção de Ang Lee, roteiro de Emma Thompson. Maravilhoso é pouco para descrever. Sem dúvida é uma das melhores adaptações para o cinema da obra de Jane Austen. Pelo menos das que eu já vi. Mais que recomendado. Mais que nota DEZ!

Como Treinar o Seu Dragão – Fui ao cinema com Snaky Theu – O Intrépito, para ver a nova animação da Dreamworks. A crítica, publiquei agora a pouco lá no Cineinblog. Quem quiser ler, acesse este link. Entrou para minha lista de favoritos!

Anjos e Demônios – Filme de 2009, que não vi no cinema, direção de Ron Howard. É a continuação cinematográfica de O Código da Vinci, filme inspirado em bestseller homônimo de Dan Brown. Cronologicamente, o livro Anjos e Demônios é anterior a O Código da Vinci, mas no cinema, filmaram Anjos… depois, como continuação ao sucesso estrondoso de O Código… Não li Anjos e Demônios ainda, mas na zapeação de canais de cada dia, decidi assistir ao filme. A primeira coisa que notei é que Tom Hanks está muito mais à vontade como Robert Langdom neste do que no primeiro filme. Sem falar que mudou o corte de cabelo bizarro. E desta vez, não há um romance forçado com a mocinha. Ewan McGregor está muito bem no seu papel, uma mistura de padre e fuzileiro naval, que só podia mesmo ter saído da lavra de Brown, mas o ator dá conta do recado com a competência que lhe é peculiar. O enredo é o de sempre, conspirações no seio da Igreja Católica. Desta vez, o papa morreu e uma nova eleição papal é convocada. Toda a liturgia do ato, a comoção que representa, as fumacinhas branca e negra saindo da chaminé, o povo devoto na praça de São Pedro e a mídia alardeando o fato, são didaticamente detalhados, tão didático que cansa. Paralelo a eleição, um grupo de cientistas cria um dispositivo que pode recriar a explosão original que teria dado origem ao universo (e que seria uma prova concreta de que surgimos do Bing-Bang e não da vontade divina). O Vaticano, lógico, não gosta muito da ideia. Um grupo terrorista, que reedita uma suposta seita do passado mediaval, os Illuminati, roubam o tal dispositivo, sequestram os quatro candidatos mais promissores ao papado e  Robert Langdom começa uma corrida insana pelas ruas de Roma, tentando desvendar pistas sobre o paradeiro dos bispos e do dispositivo, que estariam supostamente escondidas em antigas igrejas. Apesar da melhora sensível de Tom Hanks no papel e da boa contribuição de McGregor, tão boa quanto a de Paul Bettany em O Código da Vinci, Anjos e Demônios, tal qual o antecessor, não passa de um entretenimento mediano, nota sete.

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