Querido Diário

Será que é uma missão?

Tenho sentido bem mais a dor dos outros do que costumava sentir, embora tivesse consciência, de longa data, do tanto de injustiça que há neste mundo. É incrível como as pessoas precisam falar sobre o que as aflige. Mais incrível ainda como revelam-se sem pudores, como abrem suas vidas feito um livro. Mas não a vida da rua, essa que todo mundo conhece, a que está nas autobiografias virtuais, nos perfis das redes de relacionamento (“minha cor preferida é”). Não, elas abrem a vida secreta, os sentimentos mais escondidos, desnudam a alma, expõem seus medos, dúvidas, frustrações, as feridas. Isso me fascina e assusta, assusta deveras…

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