Mar de Histórias nasceu da junção de dois blogues que mantive ao longo de um ano: Estação de Sonho, onde publicava contos e poemas; e Bala no Alvo, usado para registrar crônicas do cotidiano e algumas outras coisinhas que me surpreendem na nossa trajetória pela vida. Na época em que criei os dois, acreditava que a literatura não poderia ser misturada às crônicas jornalísticas, reflexões pessoais ou indignação de cidadã. Com o passar do tempo, com o amadurecimento no ofício, ou na arte, de blogueira, percebi que a vida diária é rica em poesia e o cotidiano miudinho, cheio daquela literatura que extrapola os livros. Aliás, é da vida que os autores tiram os elementos que fazem a riqueza das suas obras e o nosso deleite. Na minha vida, a literatura entrou cedo, porque tive a sorte de crescer ouvindo histórias passadas de geração à geração. Desde criança tinha fome de livros. Como não poderia deixar de ser, de tanto absorver palavras, impregnada dos sentimentos que elas provocam, precisei colocá-las para fora, dividir, compartilhar. De tanto ouvir histórias, comecei a contar histórias ao meu filho. De tanto ler poemas, quis também compor meus próprios versos. Um dia, lendo Haroun e o Mar de Histórias, de Salman Rushdie, encontrei o mar dos fios das histórias, que nasce de uma fonte inesgotável de ideias. Do borbulhar das ondas do Mar de Histórias nasceu este blog, que se pretende definitivo, ou “infinito enquanto durar”. Divido com quem tiver curiosidade, paciência, interesse e sensibilidade, o meu olhar sobre o mundo, seja ele tão restrito quanto a minha vizinhança, ou vasto e sem fronteiras como o oceano. Bem-vindos!
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até porque, você é eternamente experimental, inquieto, uma turbina de ideias, de sentimentos…
Gosto muito desse lado experimental
Inquieta, você, hein Andreia.Boa sorte na nova fusão. Gostei
Oi Beto,
Sou eternamente experimental, rsrrs. Obrigada pelo incentivo. Grande beijo.