“Mamãe quis sair pelo mundo para se encontrar. Meu pai e eu podíamos até entender que a mãe de um garoto de quatro anos se sinta perdida algum dia. E demos a ela todo o nosso apoio nesse projeto de se encontrar. Só que eu nunca consegui entender por que ela teve de ir embora para realizar seu desejo. Não consegui entender por que ela não pôde fazer isso dentro de casa mesmo, em Arendal, ou então por que não se contentou com uma viagem até Kristiansand. Meu conselho para todos os que querem se encontrar é continuarem bem onde estão. Do contrário, é grande o risco de se perderem para sempre”.
(Joistein Gaarder, em O Dia do Curinga, p. 17, Companhia das Letras, 1996, São Paulo)





Nós e nossa eterna busca por se encontrar. Estamos sempre procurando, embora às vezes nem saibamos o quê exatamente… depois, dá um pulo lá no blog, Andreia e me diz o que acha do útlimo post. abs
Oi Fernando, vou sim! É sempre um prazer ler suas reflexões. Beijos