Síndrome pré-férias, síndrome pré-aniversário, uma certa falta de paciência com a humanidade, tpm, uma emotividade além da conta, três livros de Jane Austen emendados na sequência, expectativas…e para coroar a fase melancólica e introspectiva, Prospero´s Speech, o epílogo de A Tempestade, de William Shakespeare, numa tradução livre “O discurso de Próspero”, musicado por Lorenna McKennit. Acordei pensando na letra, ouvi a música “até furar” (tudo bem, foi em mp3, mas é hábito do tempo da radiola ouvir uma música até furar, na minha infância ouvia radiola!), fui catar na internet. Achei a letra e o vídeo no Youtube. Enjoy yourselves!
Prospero’s Speech
And now my charms are all o’erthrown
And what strength I have’s mine own
Which is most faint; now t’is true
I must be here confined by you
But release me from my bands
With the help of your good hands
Gentle breath of yours my sails
Must fill, or else my project fails,
Which was to please.
Which was to please, now I want
Spirits to enforce, art to enchant
And my ending is despair,
Unless I be relieved by prayer
Which pierces so that it assaults
Mercy itself and frees all faults
As you from your crimes would pardon’d be
Let your indulgence set me free.
(Shakespeare, The Tempest)
O vídeo que encontrei fez uma salada: juntou Shakespeare, Lorenna McKennit e uma encenação da destruição de Pompeia pelo Vesúvio. Dá para o gasto.




